Hoje é o último dia para os americanos escolherem o nosso próximo líder.
Não conheço bem o histórico político dos candidatos, mas é muito fácil perceber a superioridade da campanha publicitária de Obama, com todas as suas inovações, investimentos em mídias não convencionais e toda a – muito bem-vinda – ousadia.
Enquanto brasileiro, acredito bastante na vitória de Barack Obama nas urnas.
Da mesma forma, enquanto sergipano em terra carioca, acreditei na vitória de Gabeira, que, mesmo investindo em uma campanha um pouco diferente do convencional, acabou ficando em segundo lugar nas eleições para a prefeitura do Rio de Janeiro.
Tanto na campanha de Obama quanto na de Gabeira, os eleitores criaram, ativaram e se envolveram em algumas ações.
Aqui, houve movimento divulgado pela internet pedindo às pessoas para usarem determinada cor em dia específico, foram criadas correntes de e-mails e algumas outras coisas.
Nos Estados Unidos, onde pôde ser feito uso mais livre da internet, a coisa tomou outra proporção e a repercussão de algumas ações ultrapassou os limites do país, com reflexo aqui no Brasil, onde Obama aponta vantagem.
A Gum Election tem a intenção de aumentar o número de eleitores nas urnas, mas acaba servindo como termômetro para saber como anda a intenção de voto dos transeuntes e ainda ajuda na manutenção das calçadas limpas, por exigir que a pessoa vote com o seu chiclete.
Boa, essa.

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Escrito por Flávio de Souza 