Este programa contém Product Placement

fevereiro 15, 2011

Agora é oficial: no Reino Unido os canais de TV deverão utilizar uma logo avisando que no programa a ser exibido há ações de “product placement”. No Brasil, a Rede Globo já comunica no final dos programas as ações de merchandising – infeliz adaptação tupiniquim para “product placement”.

 


The Social Network: Waio Vs Macbook

fevereiro 14, 2011

Em cena do filme “A Rede Social” pode-se perceber uma ação de Reverse Placement provavelmente orquestrada e patrocinada pela Sony. Ao longo de todo o filme, Zuckeberg utiliza apenas computadores da marca Waio (como pode ser visto na foto promo acima) . Porém, no momento em que o roteiro pedia que um computador fosse destruído, adivinha qual marca foi escolhida para tanto? Isso mesmo, um Macbook. Confira no vídeo abaixo.


Infográfico de Entretenimento das Gerações

setembro 7, 2010


iPod Vs Walkman

setembro 1, 2010


Em 2001, no lançamento do primeiro iPod, a Apple não criou nada do zero. A idéia do iPod estava no ar para quem quisesse pegar. Já existiam inclusive tocadores de MP3 no mercado desde 1999. Jobs e sua equipe apenas demonstraram uma habilidosa capacidade de observação do cenário e dos hábitos de consumo a sua volta – e a sua frente. Juntaram as informações, embalaram em um design inspirador e minimalista, inseriu uma usabilidade fluida e amigável e pronto. Afinal, as pessoas já tinham o hábito de escutar suas músicas por onde fossem, não? Como os japonezinhos da Sony, mestres milenares na arte da observação, não puderam perceber isso antes dos maconheiros da Califórnia?


Nokia 2015 X Apple 2010

agosto 3, 2010

Vendo esse vídeo da Nokia apresentando sua visão 2015 me lembrei de uma frase do célebre autor de management Peter Drucker que dizia: “o melhor jeito de prever o futuro é fazê-lo”. Pois então: enquanto a Nokia faz vídeos-conceito tentando prever o futuro, a Apple o está fazendo, dia após dia, produto após produto. Importante observar que algumas coisas mencionadas no vídeo-conceito da Nokia para 2015 já são possíveis através de APPs de iPhone hoje.

Enfim, decepcionante a Nokia vir a público trazer essa visão 2015. Afinal, todas essas previsões já são amplamente comentadas e vislumbradas em fóruns e blogs. Se não é para trazer nada de novo, nada que nos faça realmente viajar 5 anos a frente, nada que nos faça exclamar “caramba, será?”, então não venha a público.

E, para finalizar, deixo mais uma provocação: se essa é a visão da Nokia para 2015, nem quero imaginar o que tem guardado na gaveta do Steve Jobs.


Placement in Games

agosto 3, 2010

O vídeo acima apresenta os carros que estão na nova edição do game de corrida Need For Speed – Hot Pursuit 2 que será lançado ainda em 2010. Vendo todas essas marcas desfilando na tela do videogame, me ocorre um questionamento: você realmente pensa que um comercial de 30 segundos é mais estratégico para essas marcas do que investir em uma ação de placement em um game desses?

São marcas altamente qualificadas, altamente conhecidas e já desejadas. E você deve estar resmungando: “ah, elas nem precisam mais de comunicação”. Esse é o maior erro de uma marca: achar que não precisa mais de comunicação. Sobre este erro estratégico, recomendo a leitura do excelente texto de Júlio Ribeiro “O homem que ensinou o cavalo a não comer”. Clique e leia depois.

Marcas que não se renovam, e não investem na renovação constante de seus patrimônios imagéticos, estão fadadas a envelhecerem e morrerem junto com os consumidores que, invariavelmente, envelhecem e morrem. Por isso a pergunta lá em cima, no primeiro parágrafo, trazia a palavrinha “estratégico”: investir em product placement em um game hoje é um território altamente estratégico para muitas marcas por 3 motivos principais:

1) Estratégico na renovação de públicos e atributos projetados na mente dos consumidores: com o avanço e crescimento etário da geração X e Y (até 2015, representantes da Y corresponderão a 1/3 do mercado de trabalho) o game hoje não é mais apenas uma brincadeira de criança. O hábito de jogar acompanhou quem cresceu jogando desde cedo. Reflexo disso: você sabia que a média de idade do usuário de game está em 35 anos?

2) Estratégico na concorrência entre marcas: se a sua marca não estiver lá, fatalmente a do seu concorrente estará. E mais: no placement em games o índice de rejeição é infinitamente menos incidente que no cinema. Pesquisas comprovam que usuários de games recebem muito bem as marcas em seu momento de diversão. O que o usuário de game mais anseia é que ssua experiência seja o mais próximo do real possível. E no mundo real existem marcas. Logo, você conseguiria imaginar um game como GTA, que se passa nas ruas, sem nenhum outdoor? Não pareceria muito real, concorda?

3) Estratégico na renovação e fixação dos atributos projetados na mente dos consumidores: o nível de experiência de marca que um game oferece chega a ser mais envolvente e marcante que o placement em cinema. Isso porque no game o usuário participa ativamente do momento lúdico de encantamento.

Para finalizar, gostaria de expor uma frustração: é uma grande pena que o desenvolvimento de games no Brasil seja algo tão mal e pouco explorado. Tenho a certeza que teríamos um potencial enorme de criação de games e seria uma excelente oportunidade para marcas explorarem. Fica a dica.


O Fim da Publicidade Que Interrompe

julho 29, 2010

A cada novo vídeo no Youtube, a cada novo Tweet, a cada nova foto no Flickr, a cada post novo no Facebook, milhares de pessoas ao redor do globo estão gritando através de suas webcams: “pare de me interromper e me entretenha”. Enquanto essa massa de revolucionários subversivos se dispersa de forma cada vez mais intensa, fragmentando audiências e reinventando a cada novo segundo os velhos modelos de comunicação, as marcas estão incansavelmente buscando novas formas de impactar, envolver e engajar essa geração de garotos perdidos. São pessoas de carne e osso que não querem mais ser conhecidas apenas como um X em alguma planilha de mídia qualquer. Mais do que “H/M-A2B1-19/29a”, são pessoas, ora. Pessoas que cansaram de compor uma massa que flutuava em algum ponto entre a passividade e a espontaneidade selvagem. Uma massa que cansou de ser muda e anseia pelo protagonismo da história. Uma massa assumidamente heterogênea que está tomando a palavra e deixando de ser uma maioria silenciosa. São pessoas que os planos de mídia convencionais não conseguem mais encontrar tão facilmente quanto antes. Gente que espera que as marcas parem de vender e passem a envolver. Que gestores de marketing se preocupem mais em engajar do que em impactar. Pessoas que desejam que as empresas transformem seus “Serviços de Atendimento ao Consumidor” em “Serviços de Encantamento do Consumidor”.

Mas como fazer então para impactar um público
cada vez mais fragmentado e disperso?

Atingindo-o exatamente no momento de dispersão. É o que acontece quando Ogilvy encontra Debord. Quando a propaganda encontra o entretenimento acontece o fim da publicidade de interrupção. De um lado, David Ogilvy, um dos mais consagrados publicitários do mundo e autor do clássico guia de auto-ajuda dos profissionais de publicidade: “Confissões de um Publicitário” de 1963. Do outro, Guy Debord, sociólogo francês que previu em 1967 no livro “Sociedade do Espetáculo”, o intenso processo de espetacularização da sociedade de consumo em que vivemos. Um escreveu sobre a importância de se ter retorno em cada centavo investido em publicidade. Somando as duas visões, as duas forças, temos o resultado do potencial conjunto de duas grandes ferramentas: publicidade e entretenimento. Com o objetivo de envolver e engajar audiências que não estão mais estáticas, imóveis e passivas aguardando para serem impactadas.

Ora, a indústria da publicidade vive uma crise de atenção, com as pessoas dispersas e fragmentadas consumindo conteúdos cada vez mais “on demand”. Já a indústria do entretenimento vive uma crise financeira, já que com o livre tráfego poucos se dispõem a ainda pagar para consumir conteúdos. Cada uma dessas indústrias tem o que a outra está precisando como água no deserto. Natural que se unam para vencerem juntas os desafios que as novas gerações vem impondo aos velhos modelos de negócio. Abra los ojos!


Advertainment – O Poder do Entretenimento em Estratégias de Marketing Vencedoras

junho 10, 2010

BOPE X SWAT: o poder ideológico do entretenimento

junho 9, 2010

O poder do entretenimento, especificamente do cinema, na construção de patrimônios imagéticos é inquestionável. Seja para o bem, seja para o mal, todo esse potencial vem sendo utilizado ao longo da história. Tanto os movimentos pacifistas quanto a máquina nazista de Hitler utilizaram o cinema e o entretenimento como ferramentas manipuladoras do senso comum e da opinião públcia. A colonização cultural americana encontrou no cinema o principal vetor de disseminação de seus valores e marcas. O American Way of Life foi impugnado por todo o planeta Terra pelas salas de cinema. A cada baforada no cigarro de Audrey Hepburn, a cada gole na coca-cola de Elvis Presley, a cada acelerada nos carros de John Travolta, o mundo foi ficando mais e mais americanizado.

De forma inteligente, os EUA tornaram-se especialistas em utilizar o poder lúdico e ideológico do cinema. Um forte indício desse expertise é a boa imagem que temos hoje das instituições americanas. As mais importantes instituições americanas foram fortalecidas, local e globalmente, pelo cinema. Nós nunca tivemos nenhum contato com o FBI em nossas vidas mas temos uma imagem de supremacia e excelência inabalável em nossas mentes. O cinema americano construiu essa imagem em sua cabeça, entre outras.

Movimento parecido aconteceu no Brasil depois do fenômeno de bilheteria “Tropa de Elite”. Independente dos valores e princípios questionáveis que aparecem no filme (no livro é muito pior! mas não é esse o tema do post), é inegável que o filme foi muito poderoso ao transformar a imagem da corporação. De uma polícia questionada, criticada e desrespeitada, percebemos uma mudança nítida na percepção das pessoas pós-filme. Hoje, existe uma admiração e reverência aos integrantes do BOPE pois o filme “vendeu” a imagem de excelência, ética e eficiência do grupo de elite tal como o cinema americano o faz com a SWAT, FBI, Pentágono ou qualquer outra instituição ianque.

Quer uma prova factível disso?

Uma matéria recente da primeira página do jornal O Dia prova. A matéria afirmava “Crianças trocam o medo pela esperança no Borel. Animados com a chegada da Unidade Pacificadora, meninos e meninas da comunidade da Tijuca pedem “autógrafos aos policiais do Bope e expressam em desenhos (ver acima) a felicidade e a expectativa de viver um futuro de segurança e liberdade no morro…”

Ora meus caros, até que ponto o filme “Tropa de Elite” influenciou nessa admiração e idolatria pelos policiais do Bope? Preciso dizer algo mais? Abra Los Ojos.


Ideologic Placement

maio 23, 2010

No vídeo acima vemos trechos do documentário “The Cove” sobre a captura e matança desenfrada de golfinhos no Japão. O documentário foi o ganhador do Oscar 2010. O trecho mostra como o entretenimento pode produzir um sério problema cultural (a adoração pelos Golfinhos) e, consequentemente, ambiental. No documentário, Ric O’ Barry se diz arrependido de ter criado o mito do Flipper na TV pois, por causa do programa, até hoje existem milhares de parques aquáticos no mundo. Hoje Ric é o maior defensor da liberdade dos golfinhos.

Infelizmente, muitas vezes o entretenimento é utilizado para o mal. Ideologic placement é quando algo tendencioso é inserido em conteúdo de entretenimento para manipular o senso comum e impugnar ideologias. Hitler e Mussolini utilizaram muito esse recurso.

No Brasil, os casos gritantes da novela “Salvador da Pátria” – onde Sassá Mutema era um bóia-fria analfabeto que seria manipulado por todos se fosse presidente – e da novela Que Rei Sou Eu? – onde uma corja de políticos corruptos eram derrotados por um jovem e entusiasmado “caçador de marajás”, vivido por Edson Celulari – em pleno ano eleitoral de 1989 na antológica disputa entre Lula e Collor. Ou o caso mais recente da vergonhosa vinheta de 45 anos da emissora (vídeo abaixo).


Social Behavior Placement

maio 23, 2010

Social Behavior Placement é quando algum conteúdo de entretenimento incentiva comportamentos socialmente responsáveis e recomendáveis. Como a Globo tem feito em diversas novelas em relação ao alcoolismo, ao preconceito de diversas espécies, ao respeito aos cadeirantes. E como nessa cena antológica com George Clooney e Susan Sarandon. Só esta cena é mais convincente e convencedora do que qualquer comercial de 30″ poderia supor em ser. Você termina de assistir ao episódio e tem vontade de se tornar um doador de órgãos na hora.

Susan Sarandon faz o papel de uma avó que perdeu o neto em um acidente. O episódio mostra o seu dilema em autorizar a doação de órgãos pois seu neto teve um espasmo na UTI e apertou sua mão. Mesmo depois dos médicos comprovarem a morte cerebral ela tinha receio de autorizar a doação. Até o George Clooney entrar na sala e convencê-la. Excelente exemplo de social behavior placement.


Reverse Placement

maio 23, 2010

Os dois casos que ilustram este post mostram como o placement tornou-se um território estratégico para as marcas. Quanto mais a realidade traveste-se de espetáculo, mais as sombras nas paredes da caverna insinuam-se como realidade. As marcas então duelam no universo paralelo do espetáculo assim como o fazem no mundo real.

O reverse placement dar-se-á quando, ao invés de enaltecer algum benefício ou destacar positivamente alguma marca ou produto, acontece o contrário: destaca-se algum ponto negativo ou coloca-se o produto em situação inferior. Geralmente esse tipo de ação é “encomendada” pelo concorrente.

Na primeira cena, vemos um trecho retirado do início do filme Transformers 2. Nela, vemos um Audi R8 escapando em uma fuga. Achei estranho pois o filme foi TODO “comprado” pela GM e a Audi está fazendo dezenas de ações vinculadas ao Iron Man 2 justamente com o modelo R8. Mas segundos depois a aparição do R8 no filme se explica: um corvette (da GM ora vejam) surge e seu robô simplesmente rasga o coitado do R8 ao meio. E ainda humilha: “damn I’m good”.

Na segunda cena, vemos um reverse placement do iPhone que aconteceu no primeiro filme da franquia “Sex and the City”. O que mais me chamou atenção na época foi o fato da Carrie utilizar desde a primeira temporada da série justamente um notebook da Apple. Como agora ela criticaria um produto da empresa? Talvez isso pode ser um pouco explicado agora quando na segunda edição do filme a HP tirou de vez a Apple das mãos da Carrie. Agora, a heroína feminista utilizará um notebook da HP. Essa notícia explodiu como pólvora seca no meio publicitário americano. Para se ter idéia do tamanho deste movimento estratégico da HP, o filme “Sex and the City” é conhecido nos EUA como “Super Bowl para meninas”, fazendo paralelo ao break comercial mais caro do mundo.

Para finalizar, segue abaixo o primeiro vídeo da HP [comemorando] vinculando a marca à franquia da Warner:


Os desafios do jornal de papel pela visão do Google

maio 16, 2010

Gutenberg encontra Jobs

maio 16, 2010

Podemos afirmar que o iPad é tão importante para a humanidade como a Bíblia de Gutenberg o foi? (Nota do autor: a Bíblia de Gutenberg é considerada o marco inicial da produção em massa de livros no Ocidente. Já o iPad vem sendo considerado um marco da queda do papel). Steve Jobs estaria para a sociedade moderna como Gutenberg esteve para a idade moderna do século XV? Jobs conseguirá provocar uma revolução na informação tal qual Gutenberg o fez há mais de quinhentos anos atrás?

A resposta: Jobs já o fez. O iPad é apenas mais um estágio da revolução iniciada em 2001 com o lançamento do iPod e consolidada com o lançamento do iPhone em 2007. O iPad é uma evolução de um processo de mudança de hábitos de consumo e cenário que foi iniciado em 2001. Importante lembrar que o iPod foi tão criticado e desmerecido em seu lançamento quanto o iPad o foi agora. Hoje, o iTunes é o maior vendedor de música do planeta e 95% da música que circula no mundo é digital. Isso também pode acontecer com o papel? Resposta: já está acontecendo. No natal de 2009, pela primeira vez na história, o número de eBooks vendidos na Amazon superou o número de livros de papel vendidos. O consumo de meios impressos vem caindo vertiginosamente (16% de 1999 até 2004 e 57% de 2005 a 2009).

O fato é que o iPad ultrapassou três barreiras até então intransponíveis para qualquer device, seja um desktop ou um notebook:

1) Mobilidade

Ok, ok, o notebook também oferece portabilidade. Mas o iPad vai um passo além nesse quesito, não?

2) Manuseio

No iPad a experiência de leitura é muito similar à leitura em suportes de papel. Isso acontece pois a interação com o suporte se dá através do toque das mãos, como no papel. Parece óbvio mas ninguém para pra analisar que até o lançamento do iPhone e o do iPad nenhum gadget, desktop ou notebook tudo era realizado através do mouse e nenhum deles oferecia essa experiência de interação com o conteúdo através do toque das mãos diretamente, exatamente como o fazemos com os suportes de papel.

3) Empunhadura

Da mesma forma, nenhum gadget, desktop ou notebook oferecia até hoje a mesma empunhadura que um livro ou revista. O iPad oferece. Segundo a Wikipedia: “empunhadura é a parte trabalhada e anatomicamente estudada de uma ferramenta que garante uma perfeita coordenação motora entre o operador e os diversos efeitos mecânicos integrados a ela”. Resumidamente, é a forma como seguramos algo. Parece um detalhe bobo, mas quando pensamos em questões como ergonomia, conforto e usabilidade, esse detalhe torna-se decisivo no hábito de consumo.


Camiseta com o seu nick do Twitter

maio 13, 2010

Pessoal,  tô ajudando a divulgar aqui o “twiT-shirt”. Idéia simples mas legal: uma camiseta customizada com o seu nick do Twitter.

Basta você enviar um email para blogabralosojos@gmail.com contendo:

- seu nick que será impresso na camiseta customizada

- modelo que escolheu (A1, A2, A3, B1, B2, B3)

- quantidade e tamanho (Masculino P, G, GG / Feminino Baby Look P, G, GG)

- nome e endereço completo de entrega

A camiseta é Hering com a malha da melhor qualidade e a impressão é emborrachada. Não é silk, não é transfer. É impressão emborrachada: muito melhor pois não desbota nem desgasta.

Pagamento no momento da entrega em mãos. O valor não tem como ser mais barato pelo fato de ser customizada, ou seja, feita uma a uma e não em série.

Dúvidas: pelo mesmo email ou no comment deste post.


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